quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Aula Jornalismo Cidadão

1) Origens do jornalismo cidadão
- Jornalismo Cívico
- Voyeurismo jornalístico
- Resistências institucionais
- Projeto Pew Center
- Isenção jornalística
- Crise do conceito de jornalismo cívico

2) Jornal pessoal
- Negroponte e o Daily Me
- Cultura da Recomendação
- Weblogs

3) Os amadores do jornalismo
- Blogs jornalísticos
- O público produz notícias
- Podcasts

4) A polêmica conceitual
- Weblogs mexem com a rotina jornalística
- Profissionais resistem
- A guerra na internet

5) Credibilidade
- Sistemas de reputação
- Crise de credibilidade da imprensa convencional

6) Contextualização
- Relativização dos contextos
- Inteligência coletiva
- Conhecimento tácito e explícito

7) Legitimidade profissional
- O público decide quem é jornalista
- A empresa é dona da credibilidade do profissional

8) Novos conceitos da profissião de jornalista
- Prática em vez de profissão;
- Ninguém é dono do jornalismo
- Jornalismo em rede
- Jornalismo na cauda longa
- Comunidades de informação

9) Tendências
- Jornalismo deixa de ser sinônimo da liberdade de expressão
- Jornalismo perde sua identificação com a democracia
- Integração profissionais/amadores

10) Alguns exemplos de jornalismo cidadão
- Fim de Jogo
- Flit Paralisante
- Overmundo
- Contraditorium
- Viu Isso

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Aula Blogs - debate e avaliação

1) Avaliação dos blogs de alunos.

2) Situação dos alunos que ainda não criaram blogs.

3) Pesquisa e relatório

Escolher um dos blogs mencionados abaixo e fazer uma análise dele, falando dos seguintes pontos:

1)Design – criatividade, cores, inovador ou não,
2)Usabilidade – é fácil de ler e de achar o que procura.
3)Texto – fácil de ler, tem hiperlinks que funcionam (testar pelo menos três deles, dar o endereço e dizer o que aconteceu)
4)Multimídia – usou ou não usou, melhorou a informação ou só confundiu, que mídias foram usadas.
5)Pontos positivos (citar quatro explicando porque) e negativos (citar quatro e dizer porquê).
6)Enviar o relatório para o endereço castilho.aulas@gmail.com
7)Dimensão - Relatório deve ter no mínimo 20 e no máximo 60 linhas.
8)Vale como primeira nota de avaliação do curso.

Seguem os endereços dos blogs para análise:

- Intermezzo – blog com informações sobre jornalismo online http://imezzo.wordpress.com/

- Blog do Alon - http://blogdoalon.blogspot.com/

- Midia e Cidadania - http://midiaecidadania.blogspot.com/

- Mídias Digitais http://meiradarocha.jor.br/news/

- MidiaBlog http://midiablog.com/

- RogerKRW http://rogerkrw.blogspot.com/

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Roteiro Aula sobre Blogs

Itens principais da aula:

1) O que é um blog
2) O que é a blogosfera
3) A teoria da conversa global
4) Estatísticas da blogosfera
5) Blogs pessoais – diário de Samuel Pepy
6) Blogs políticos
7) Blogs jornalísticos
8) Blogs utilitarios
9) Foto blogs
10) Superblogs
11) Financiamento de blogs – AdSense, BlogAds,
12) Discussão do texto de Francis Pisani (publicado no posto anterior)

Detalhamento dos itens:

1) O que é um blog – é um site pré-programado com design mínimo onde os textos são colocados em ordem cronológica inversa (os mais recentes primeiro) e onde ao leitores podem colocar comentários. Sua funcionalidade está orientada no sentido de facilitar a produção de textos e garantir a interatividade com os leitores.

Primeiro blog em 1998 segundo Rebecca Blood. Foi um programador que colocou numa coluna ao lado direito uma serie de links para amigos
Em 1999 surgiu o programa Blogger, desenolvido pela empresa Pyra Labs, e ai o fenômeno disparou. Em 2003, o Google comprou a Pyra e assumiu um papel chave na blogosfera.

Características técnicas; permalink

2) O que é a blogosfera é o conjunto de blogs que participam do que foi convencionado chamar de “a conversação global”, ou seja o dialogo entre blogueiros e comentaristas, onde os papeis se invertem, onde há informação circula sem freios e ninguém é dono do conhecimento.

3) Conversação global – Os blogs deram às pessoas comuns a possibilidade de publicar seus pensamentos, opiniões e reivindicações numa escala jamais vista pela humanidade. As conseqüências deste fenômeno ainda não podem ser avaliadas na íntegra porque o processo é muito recente, mas uma amostra já foi dada por alguns eventos como o patrulhamento da imprensa, o patrulhamento dos políticos, o jornalismo hiperlocal.

4) Estatísticas - Hoje já são cerca de 60 milhões de blogs, com 70 mil sendo criados diariamente, segundo o site Technorati que monitora dos blogs. Deste total poderíamos dizer que 10 a 12 % são atualizados pelo menos uma vez por semana.
Há pelo menos cinco grandes mecanismos de buscas de blogs. Principal Technorati, seguindo-se do Blogdex e o mais novo é o Sphere. Yahoo e Google tem busca de blogs. www.blogsearch.google.com

4) Relação dos blogs com leitores
Formação de Comunidades
Administração de comunidades
RSS

5) Blogs pessoais -
The Diary of Samuel Pepys ( www.pepysdiary.com) O seu criador, Phil Gylford, se comprometeu a publicar um registro, todos os dias, durante os próximos 10 anos. Uma forma moderna de divulgar um pouco da História. Pepys foi um escriturário do século XVII que fez um diário durante quatro anos.
Diários de aventuras, de experiências, de viagens etc


6) Blogs políticos – são os mais populares porque estão associados à catarse politica das pessoas e ao desejo de participação, possível através dos comentários. Blogs de políticos são muito comuns nos EUA mas aqui no Brasil são raros. Caso Cesar Maia e de Luiz Henrique Lima. Mas existem blogs curiosos como o Diário do Velho Caudilho (http://brizola2006.blogspot.com/) e o Serjão Comenta do Céu (http://serjaocomentadoceu.blogspot.com/) . Há blogs de direita como o Mídia Sem Mascara (http://www.midiasemmascara.org/) na verdade uma rede de blogs conservadores. Quem quiser uma relação de blogos políticos no Brasil procure em Blogs Unidos (http://blogsunidos.blogspot.com/)

7) Blogs jornalísticos – São uma opção cada vez mais freqüente de profissionais autônomos. Os mais comuns são os políticos como os dos jornalistas Ricardo Noblat, Josias de Souza e Jorge Moreno. Noblat eraautnomo mas agora está no Estadão. Todos os outros tabmém são de jornais. Nos EUA os grandes blogs jornalísticos são independentes e já se trasformaram em marcas valorizadas como é o caso do InstaPundit (conservador) e do Daily Kos (liberal).
A guerra do Iraque foi um tema altamente explorado por blgueiros iraqueanos. O mais famoso foi o Onde está Raed (http://dear_raed.blogspot.com/ ) escrito pelo iraqueano de pseudônimo Salam Pax. Depois surgiu o blog de Chris Albritton (http://www.back-to-iraq.com/) . Agora o caso mais conhecido é o de Kevin Sites, um ex-correspondente da televisão ABC que tem um blogo pessoal de noticias no site Yahoo (http://hotzone.yahoo.com/)

8) Blogs utilitários – cobertura de seminários, palestras, conferencias. Um exemplo: We Media Conference (http://www.mediacenter.org/wemedia05/the_program.html).
Metrô de Londres - http://london-underground.blogspot.com/

9) Fotoblogs e o Podcast - que na verdade é um blog de áudio.

10 ) Superblogs – redes que agenciam blogs Gawker e agora a OSM (direita americana). Redes de blogueiros para ganhar publicidade e credibilidade.

11) Faturamento - Anúncios AdSense, BlogAds, AdBrite / Fast Click and Burst Media (criam blogs que já vem com anúncios)

TEXTO PARA LEITURA E DEBATE EM AULA

A nova onda dos blogs
agosto 2003

A Internet e o atual surto de ’blogs’ possibilita o acesso a outras verdades e opiniões além dos destacados pela imprensa. Além de sua influência no jornalismo, provoca-se uma nova ecologia da mídia conduzida pela comunicação horizontal

Por Francis Pisani

Durante a invasão do Iraque, um número considerável de pessoas consultou fontes de informação alheias aos meios de comunicação tradicionais

A fórmula segundo a qual a primeira vítima da guerra é a verdade seria desmentida pela Internet? Graças à rede, agora é possível o acesso a outras verdades e outras opiniões. Uma pesquisa sobre o uso da Internet pelos norte-americanos durante a invasão do Iraque revelou que 55% deles trocaram mensagens eletrônicas sobre o assunto. Um número considerável de pessoas consultou fontes de informação alheias aos meios de comunicação tradicionais. A BBC britânica, considerada mais objetiva, viu as consultas a seu site aumentarem 47% e The Guardian, mais crítico, viu as suas aumentarem em 83%. Os fanáticos da Internet encontraram muitas vezes, graças aos blogs, a pista de informações que a grande imprensa dissimulava. Mas o que vem a ser, realmente, um blog?

Blog é uma abreviatura de weblog, que se poderia traduzir por “diário de bordo da rede”. Os neologismos provenientes dos Estados Unidos freqüentemente perturbam a nossa rotina lingüística, mas às vezes correspondem a novidades concretas. Os blogs são diários pessoais na Internet, mantidos por meio de aplicativos simples que permitem escrever um texto no computador e, desde que se esteja conectado, enviá-lo instantaneamente para que seja exibido numa página virtual criada com esse objetivo. Em geral, os blogs misturam informações com opiniões e muitas vezes são acompanhados por um link à fonte original, a um outro blog, ou a um artigo que o blogueador comenta ou para o qual quer chamar a atenção de seu público. O primeiro blog de que se tem conhecimento data de 7 de outubro de 1994 e é atribuído a Dave Winer, programador e criador de um dos aplicativos mais comumente utilizados em Manila, nas Filipinas.

Blogger cronista do The Guardian
Os warblogs, ou “diários de guerra”, nasceram depois do dia 11 de setembro de 2001, por iniciativa de comentaristas conservadores que desejavam uma abordagem ainda mais patriótica do que a que fazia a grande imprensa – considerada demasiado “liberal”, ou seja, demasiado de esquerda. Mas o recente conflito do Iraque permitiu que ganhassem um sentido mais geral e o termo acabou por significar os blogs dedicados à guerra do Iraque(1).
Os fanáticos da Internet encontraram muitas vezes, graças aos blogs, a pista de informações que a grande imprensa dissimulava. O mais célebre dos warbloggers é um iraquiano que atende pelo “pseudônimo blog” de Salam Pax(2) (“paz” em árabe e em latim).
Com um estilo cáustico, ele começou por criticar veementemente Saddam Hussein, em seguida os bombardeios e agora se dedica aos invasores norte-americanos. Salam Pax dá uma imagem mais viva da vida em Bagdá antes, durante e depois da invasão militar do que a maioria dos correspondentes estrangeiros. Tentaram tachá-lo de agente da ditadura e, depois, da CIA, mas a sinceridade de seu olhar atraiu para seu site um número de visitantes suficiente para paralisar (ou quase) os provedores que o hospedam. Os grandes jornais publicaram artigos sobre ele. The Guardian, de Londres, acaba de contratá-lo como cronista bimensal.

Fenômeno superestimado
Muitos jornalistas, presentes ou não no Iraque, também mantêm seus warblogs. Kevin Sites, da CNN, por exemplo, foi obrigado a interromper o seu por ordem da emissora. Outros warblogs tentaram reunir o máximo possível de informações sobre o conflito. Após ter convocado uma organização de apoio às tropas invasoras, manifestações pró-americanas (nos Estados Unidos) e “antifrancesas”, Blogs of War, por exemplo, prosseguiu sua luta criticando os manifestantes anti-G-8. Um outro, Warblogs:cc, reuniu vários links que remetem a inúmeros artigos sobre o conflito e aos “melhores warblogs”.

Apesar de tudo, não se deve superestimar a importância do fenômeno. O número de pessoas que consulta os blogs não é significativo. Um relatório do Pew Center revela o seguinte: “Os blogs suscitam um interesse crescente junto a um número restrito de internautas, mas ainda não constituem uma fonte de informações ou de comentários para a maioria dos usuários. Apenas 4% dos norte-americanos que têm acesso à Internet consultam os blogs em busca de notícias e opiniões. O número total é tão pequeno, que não é possível tirar conclusões estatisticamente significativas a respeito das pessoas que os utilizam3.”

Fontes variadas
O mais célebre dos warbloggers é um iraquiano que atende pelo “pseudônimo blog” de Salam Pax, que acaba de ser contratado pelo The Guardian

O relatório avalia que o principal é que a Internet serviu de meio de acesso a fontes variadas (dentro dos Estados Unidos, os internautas eram mais favoráveis à guerra do que os outros). Mas acrescenta: “As pessoas que se opunham à guerra demonstraram um uso dos blogs ligeiramente superior àquele dos que eram favoráveis.”

Influência no jornalismo
O peso dos blogs está parcialmente vinculado à sua influência sobre os jornalistas. Os blogs já obrigaram os meios de comunicação a levar em conta temas que “não saíam” na imprensa, tais como os comentários racistas do ex-líder da maioria republicana no Senado, Trent Lott, que foi forçado a renunciar no outono de 2002. Principal colunista do San José Mercury e autor do primeiro blog escrito por um jornalista e publicado no próprio site do jornal, Dan Gillmore avalia, por seu lado, que “os atendem a uma necessidade fundamental: filtram a avalanche de informações e permitem localizar o material mais importante”. No entanto, não passam de uma pequena parte de um fenômeno muito mais amplo.

Pois os blogs são agora de domínio público. São publicados pelos grandes meios de comunicação (The Guardian(4), MSNBC5). Dependendo do caso, pode se tratar de diários pessoais, de registros diários (tradução literal de log), de diários de bordo, ou de uma mistura de tudo isso que os interessados escrevem diariamente, e até de hora em hora. Podem ser individuais ou coletivos.

Comunicação horizontal
Apesar de tudo, não se deve superestimar a importância do fenômeno. O número de pessoas que consulta os blogs não é significativo, são cerca de 3 milhões de pessoas

A forma ainda está sendo buscada na intersecção do íntimo e do público. Ela se complica diariamente com o surgimento, por exemplo, de photoblogs ou de moblogs, blogs móveis que podem ser alimentados por voz, por imagens ou por textos do tipo SMS, que podem ser captados através de um telefone celular. O tom pessoal e a presença de links que permitem ir diretamente à fonte do que menciona o autor – um contrabalançando o outro – são, sem dúvida, as duas características que, reconhecidamente, melhor definem o que é um blog (para o qual existem tantas definições quanto o número de bloggers).

O fenômeno se situa na linha estreita do que é a principal qualidade da Internet: a comunicação many to many, ou horizontal, como a distribuição eletrônica de mensagens e a distribuição instantânea. A “morte da distância” pesa menos do que a intensa comunicação entre pessoas que não se conhecem. O que distingue os blogs é o fato de tornar pública essa comunicação. O que convida a questionar se os bloggers seriam jornalistas.

Interatividade com leitores

A principal grande diferença do jornalismo tradicional está na ausência de um olhar externo antes da publicação de um artigo. Foi essa a conclusão a que chegou uma conferência realizada na Faculdade de Jornalismo da Universidade de Berkeley, em 17 de setembro de 2002. Não existe secretário de redação. Mas, devido à interatividade, os leitores podem ajudar. “Recebo mensagens eletrônicas sugerindo a correção de erros ortográficos”, contou Meg Hourihan, fundadora do Blogger.com.

Paul Grabowicz, que dá um curso sobre blogs em Berkeley, avalia que “coletivamente, os bloggers fazem algo que se parece muito a uma reportagem”, ainda que a forma seja mais próxima da crônica ou do editorial. “Os blogs”, diz Dan Gillmore, “fazem parte do mecanismo que conduz ao jornalismo”. E não pára de repetir: “Nossos leitores, ouvintes e espectadores sabem, coletivamente, mais, muito mais do que nós sabemos”. Com base nessa constatação, ele defende um jornalismo concebido mais como uma “conversa” do que como uma “aula magistral”. Editor do site Salon.com, Scott Rosemberg pensa que os blogs respondem a uma “espécie de economia do ego”. Publicar o que pensa e receber comentários fazem a pessoa “se sentir bem”.
Gestão de conhecimentos

Para Steven Johnson, ex-diretor da finada revista eletrônica Feed, “a verdadeira revolução prometida pelo surgimento da galáxia blog não tem nada a ver com jornalismo. Trata-se de gestão de conhecimentos”. E acrescenta: “O que torna os blogs interessantes é justamente o fato de não serem jornalismo.”

Não se deve confiar cegamente nos blogs – menos ainda do que na imprensa tradicional, que sabemos que mente e engana. Nos blogs, os erros são mais fáceis. Mas os links permitem aos leitores o acesso às fontes originais (que devem sempre ser verificadas) e constituem um fator importante de credibilidade.

A nova loucura dos blogs é tamanha que Dave Winer apostou com Martin Nisenholtz, dono do site do New York Times, que, dentro de cinco anos, eles teriam mais autoridade do que a nata da imprensa. A mídia, diz ele, “terá passado por mudanças tão profundas que as pessoas informadas irão procurar, nos blogs de amadores em que tenham confiança, a informação de que necessitam”. Winer não acredita que os jornais irão desaparecer, mas se interessa pela nova ecologia da mídia conduzida pelo surgimento da comunicação horizontal.

Publicação sem valor financeiro
O peso dos blogs está vinculado à sua influência sobre os jornalistas. Já obrigaram os meios de comunicação a levar em conta temas que “não saíam” na imprensa

Até o mundo dos negócios vem descobrindo os blogs. A Ideactif, uma empresa do Quebec que programa sites para a Internet, abriu um weblog coletivo em janeiro de 2000. “Ficamos permanentemente conectados à Internet”, escrevem, “e descobrimos freqüentemente informações que podem parecer úteis, suscitar a reflexão, ou simplesmente divertir. O weblog é um meio de partilhar conhecimentos de uma maneira simples e eficiente”.

Os blogs também podem servir para partilhar conhecimentos internos dentro de uma empresa. Segundo Amy Wohl, conselheira em informática, eles constituem “uma maneira agradável para os empregados de partilhar um mesmo meio de pesquisa, de análise e de seleção da informação”.

Dose de narcisismo e história fragmentada
Não se deve confiar cegamente nos blogs – menos ainda do que na imprensa tradicional.. Mas os links permitem aos leitores o acesso às fontes originais.
Os bloggers bem-sucedidos podem esperar um pouco de publicidade, o apoio de um anunciante ou algumas contribuições voluntárias, mas sua reputação seria melhor reconhecida na forma de livro ou de crônicas num jornal tradicional. Quanto aos jornalistas empregados que têm um blog, raramente são pagos para fazê-lo.

Seria isso um drama? Nem pensar. “A destruição do valor é o que torna os weblogs tão importantes”, afirma Shirky. “Queremos um mundo em que não seja necessário ajuda ou autorização para escrevermos o que pensamos”. Cada blogger começa por se dirigir a um círculo restrito de amigos e colegas “no qual a participação da conversa constitui sua própria gratificação”. Ele incentiva a criação de novas redes de relações sociais.

Portanto, os blogs aparecem como uma forma de narrativa específica da Internet. Contam, com uma boa dose de narcisismo e a história global e fragmentada do mundo contemporâneo. Se os jornalistas escrevem o rascunho da história, os bloggers6 parecem ter encontrado um espaço para relembrar os primeiros passos...

(Trad.: Jô Amado) Reproduzido de Le Monde Diplomatique - edição brasileira agosto de 2003

Referências para consultas
1 - http://www.blogsofwar.com/, http://www.blogsofwar.com/, http://www.warblogs.cc/ e http://www.warblogs.cc/
2 - http://dear_raed.blogspot.com/ e http://dear_raed.blogspot.com/ 3 -http://www.pewinternet.org/reports/pdfs/PIP_Iraq_War_Report.pdf e http://www.pewinternet.org/reports/pdfs/PIP_Iraq_War_Report.pdf
4 - The Guardian Weblog: http://www.guardian.co.uk/weblog/ e http://www.guardian.co.uk/weblog/
5 - Weblogs da MSNBC: http://www.msnbc.com/news/809307.asp e http://www.msnbc.com/news/809307.asp
6 - Dois dos programas mais utilizados pelos bloggers são: Blogger: http://www.blogger.com/ e http://www.blogger.com MovableType: http://www.movabletype.org/ e http://www.movabletype.org

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Roteiro Aula Buscas na Web


1) Importância das buscas

a) Avalancha informativa - Cinco exabytes de informação por ano = Cinco trilhões de megabytes
50 mil vezes todo o conteúdo em livros e documentos guardados na biblioteca do Congresso norte-americano, a maior do mundo (30 milhões de livros). É mais do que todas as palavras pronunciadas por todos os seres humanos desde o início da humanidade.

b) 97 milhões de páginas ativas (08/08/07)- 340 mil novas páginas por dia. (280 mil ponto com – comerciais)
c) 100 bilhões de páginas na web profunda
d) Brasil: 39 milhões e 140 mil usuários / 21% da população / crescimento de 680% desde 2000).
e) Busca é o setor que mais cresce na web
f) Empresas mais valorizadas

2) Privacidade

a) Tudo o que é publicado fica na rede
b) Documentos antigos podem ser recuperados
c) Homônimos aparecem com ficha criminal
d) Mecanismos sabem o que você está buscando

3) Ferramenta de trabalho

a) Essencial para jornalistas, empresários, pesquisadores e marqueteiros.
b) Jornalismo assistido por computador é sinônimo de buscas;
c) A web não seria possível sem as buscas porque a quantidade de informações se tornaria inútil na ausência de ferramentas para encontra-las.
d) Profissionais de buscas – information brokers
e) Profissões baseadas em buscas.

4) Sistemas de buscas

a) Motores de buscas – bots indexação automática
b) Diretórios – indexação humana
c) Sistemas mistos – motores e diretórios
d) Metabuscas – buscas em buscas http://www.metacrawler.com/
http://www.dogpile.com/
e) Mecanismos especializados
Local - http://local.com/
Ônibus Táxi http://labs.google.com/ridefinder
http://www.nextbus.com/predictor/newUserWelcome.shtml
Dicionários - Answers
Pessoas amigos grupos - http://www.meetro.com/
Individuais http://zabasearch.com/
Clusters - http://www.dumbfind.com/ http://clusty.com/
Tendências, favoritos http://www.google.com/press/zeitgeist.html
Mapas - Google Maps , http://virtualearth.msn.com/
Wiki - http://www.placeopedia.com/
Blogs - http://www.blogdigger.com/
http://google.com/blogsearch
http://battellemedia.com/
http://blogdex.net/
Papers acadêmicos http://scholar.google.com/
Audio http://audio.search.yahoo.com/
Vídeo http://www.blinkx.tv/
Por perguntas http://www.ask.com/ -
Texto http://library.albany.edu/internet/deepweb.html
Negócios – Kompass http://www.kompass.com/kinl/en/
Hoover’s http://www.hoovers.com/free/
Nexis Plexis empresas http://www.lexisnexis.com/
Artigos de revistas http://www.findarticles.com/
Siglas http://www.acronymfinder.com/
Buscas no mundo http://www.depotz.net/bluebook/index.html
Brasileiros – Radar http://radaruol.uol.com.br/
Brbuscas http://www.brbusca.com/index.html
Busca Aki http://www.buscaki.com.br/
Cadê - http://br.cade.yahoo.com/

5) Fenômeno Google

a) História
b) Crescimento e expansionismo
c) Dominação da web Epic 2014 http://mccd.udc.es/orihuela/epic/
http://www.youtube.com/watch?v=U2LcBmoE6Ws em português (som ruim)
http://www.youtube.com/watch?v=HPwvGpBw5Gw (em português som melhor)
verbete wikipedia (em inglês) http://en.wikipedia.org/wiki/EPIC_2014


6) Tutorial

a) Ver post abaixo


7) Jogo

a) Teste de conhecimentos sobre buscas http://websearch.about.com/library/quizzes/websearch_quiz/blwebsearchquiz.htm
b) Busca por nome de cada aluno
c) Ver quem consegue o resultado de uma busca a partir de no mínimo duas palavras e com mais de um resultado (zero resultados não vale).
8) Textos de apoio
Sistemas de busca da web: diretórios e mecanismos de busca (2001)
http://www.quatrocantos.com/TEC_WEB/sist_busca/SB_SUM.HTM


Tutorial Básico de Buscas

- O garimpo de informações é a segunda principal atividade dos navegadores da Web, depois do uso do correio eletrônico.
- Mas 20% a 30% das pessoas que buscam algo na WEB queixam-se de que não conseguem achar rapidamente o que procuram.
- Se você é um deles, aqui está um tutorial simples para ajudá-lo a encontrar o que deseja rapidamente.

- Escolha a opção que mais se adaptar ao seu caso e procure a resposta no número correspondente:

1) Você não tem certeza do que deseja e tem pouca experiência em buscas na WEB;
2) Você sabe o quer, mas está em dúvida sobre que mecanismo deve usar;
3) Saiba como usar os "símbolos booleanos".
4) Você precisa de resultados rápidos.
5) Como fazer buscas especializadas, imagens por exemplo.
6) Garimpando na WEB Invisível.

1)Você não tem certeza do que deseja e tem pouca experiência em buscas na WEB:

Prefira sites com motores de busca (search engines). Num motor de buscas, basta você colocar uma palavra chave no espaço destinado à consulta e acionar o botão procura ou busca. Dica: para obter resultados mais precisos use no mínimo três palavras chaves começando por aquela que melhor define a busca. Se os resultados não agradarem, mude a ordem das palavras chaves. Sempre que possível faça a mesma busca em mais de um motor de buscas.

No caso de busca de uma expressão específica ou nome de pessoa coloque a expressão ou nome entre aspas no espaço reservado à palavra chave (isto trará só os resultados contendo a expressão ou nome exatos).

Vantagens
A) O sistema de motor de buscas é o que faz a pesquisa mais ampla e detalhada na WEB.
B) O motor de buscas leva você para dentro de um documento.

Desvantagens
A) Muito provavelmente você receberá uma avalancha de resultados, caso a palavra chave seja muito comum.
B) É grande o risco de encontrar resultados repetidos ou dados desatualizados.
O Google (
www.google.com.br) é o mais famoso e mais usado sites baseado em motores de busca.

2) Você sabe o quer, mas está em dúvida sobre que mecanismo deve usar:

Os buscadores mais experientes preferem os diretórios - Se você quer fazer uma pesquisa sobre história da arte, por exemplo, a melhor opção é procurar um site de buscas que use o método de diretório (directory). No sistema de diretórios, você escolhe uma categoria (no caso arte) e depois vai fazendo o mesmo nas subcategorias (por exemplo, história) até chegar a uma lista de documentos relacionados com os temas que você procura. O sistema de diretório é quase igual ao sistema de classificação de livros numa grande biblioteca. Os diretórios levam você para um endereço na Web, ao contrário dos motores que o conduzem direto a um documento.

Vantagens:
A) A pesquisa dos resultados é mais fácil porque o número de documentos que você encontrou após percorrer as várias subcategorias é bem menor que os recebidos num motor de buscas usando as mesmas palavras chaves (história da arte).

B) A atualização é maior e a repetição de resultados também é muito menor. A atualização é maior porque os diretórios de buscas o levam sempre para a ultima versão da página procurada, enquanto os motores de buscas podem exibir cópias antigas. Para fazer buscas em jornais, revistas ou sites de atualização muito freqüente prefira sempre os diretórios.

Desvantagens:
A) O universo de documentos é bem menor do que o de um motor de buscas. Muita informação boa e importante pode ficar de fora. B) Existe a possibilidade de erro humano na classificação por categorias. C) A informação sobre os documentos é menor do que no motor de buscas, porque o índice está apoiado em fichas e não sobre o original. D) A busca através de um diretório leva você até a página onde está localizado o documento. Você deve fazer a busca dentro da página.
O mais popular diretório de buscas é o Yahoo (
http://br.yahoo.com/) . Em português temos o Cadê (http://br.cade.yahoo.com )

3) Saiba como usar os símbolos booleanos
Para quem não é um principiante em buscas na WEB, o ideal é combinar o seu motor de buscas preferido com o uso dos símbolos booleanos. Os símbolos booelanos são as palavras and e or , ou + e - .

Quando se usa and significa que a busca trará resultados com as duas palavras juntas (ponta and grossa, por exemplo para obeter resultados sobre ponta grosso) A expressão or é usada quando se quer reforçar a procura tanto por uma como outra, mas não necessariamente juntas.
O símbolo + tem o mesmo uso que and. O símbolo – exclui a palavra que o segue (ponta-grossa, só virão resultados com a palavra ponta)

Vantagens
A) É possível encontrar nomes de pessoas e seus respectivos endereços eletrônicos dentro de um documento. Você pode localizar uma receita específica de um prato, enquanto o diretório o levará para uma categoria, tipo comida brasileira.
B) Você pode localizar informações específicas sobre um destino turístico ou modelo de carro enquanto o diretório lhe dará uma lista de guias de viagem ou de revendedoras.

Desvantagens
Exige conhecimentos básicos da linguagem booleana de buscas.


4) Você precisa de resultados rápidos:
Quem tem muita pressa deve escolher algum mecanismo que use as chamadas metabuscas. Este sistema procura a/s palavra/s chave/s em outros programas de buscas em vez de vasculhar a WEB inteira.

Os resultados aparecem numa lista única (caso mais comum), onde os endereços repetidos são eliminados, ou uma lista múltipla, onde são mostrados os resultados obtidos em cada programa pesquisado.

Vantagens
Os programas de meta buscas normalmente fornecem os endereços mais procurados nos programas pesquisados. A premissa é a de que os endereços mais populares são também os melhores.

Desvantagens
A) Você não tem o controle da pesquisa porque os resultados dependem da forma como eles são selecionados e classificados pelo programa escolhido.
B) Os resultados são pouco precisos porque a área pesquisada na WEB é menor.Os mais conhecidos mecanismos de metabuscas são o: DogPile (http://www.dogpile.com/ ), Metacrawler (http://www.metacrawler.com/ ) e BlowSearch (http://www.blowsearch.com/ )

5) Como procurar imagens e itens especializados:

Os principais sites de buscas acabaram incorporando tanto o sistema de motores de buscas como o de diretórios. Na verdade sites como o Google, Yahoo e All The Web (http://www.alltheweb.com/ ) são considerados sistemas mistos, onde as buscas incluem também itens especializados como imagens, áudio, grupos de discussão, notícias, comércio eletrônico e mais recentemente até blogs.

Dica – Se você está procurando weblogs , procure o SearchBlog (http://battellemedia.com/ ), o BlogSearch (http://search.blogger.com/ ) ou o Google Blog Search (http://google.com/blogsearch ) . Para quem deseja descobrir sites que usam o sistema RSS (aviso automático de atualização de páginas) pode procurar no BlogDigger (http://www.blogdigger.com/ ) .

6) Garimpando na Web Invisível
Caso você tenha que fazer uma busca especializada em bancos de dados de universidades, empresas, governos ou de entidades de pesquisas, a saída é entrar na WEB invisível. São sites protegidos por senhas ou mecanismos que impedem a ação dos motores de buscas.
Alguns pesquisadores norte-americanos afirmam que a Web invisível pode ser até 400 vezes maior que a visível, que reúne aproximadamente 2,1 bilhões de páginas.

Para entrar no lado oculto da Web você precisa obter autorização ou chegar até o local onde se encontra o documento procurado, através de endereços de acesso, onde o interessado deve cadastrar-se.
Existem mecanismos de buscas especializados procurar informações na web invisível, também chamada de web profunda. Um deles é o Complete Planet (em inglês)

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Programa da Disciplina Jornalismo Online 2007 / Segundo semestre

I - Curso: Mídia Eletrônica
Disciplina: Jornalismo Online
Carga Horária: 72 horas Fase: Quarta Fase Período Letivo: Noturno
Professor: Carlos Albano Castilho
E-mail: castilho.aulas@gmail.com

II - EMENTA
A disciplina procura desenvolver no aluno a consciência da participação cidadã no processo de informação dentro de uma comunidade. Este objetivo será alcançado através de aulas teóricas e práticas sobre o jornalismo na internet, tanto o desenvolvido em sites corporativos como o praticado pelos chamados jornalistas cidadãos (pessoas sem formação técnica em jornalismo).

III – OBJETIVO GERAL DO CURSO
Mídias Eletrônicas são consideradas a televisão, o rádio, o cinema e a própria Internet a serviço da informação. Dessa forma, o Curso de Comunicação Social com ênfase em Mídia Eletrônica tem o objetivo de formar profissionais aptos a trabalhar e pesquisar novos recursos para estas mídias, com a produção de peças interativas de comunicação para ambientes digitais de comunicação, além da produção de material para mídias gráficas.

IV- OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Objetivo Geral: No final do curso espera-se que o aluno seja capaz de produzir conteúdos jornalísticos em formato multimídia (texto, áudio ou imagens) a serem publicados em páginas pessoais informativas (weblogs) ou em sites jornalísticos vinculados a empresas de comunicação. Além disso, o aluno deverá desenvolver a capacidade de interagir com o público, como parte de uma preocupação com a formação de coletivos inteligentes.
Objetivos Específico:Os alunos serão estimulados a desenvolver weblogs informativos individuais para se familiarizarem com a prática do jornalismo cidadão e com a interatividade com o publico, através de comunidades de interesses. Também participarão de projetos multimídia que simulem situações típicas de redações jornalísticas em ambiente de convergência digital de meios de comunicação.


V – RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
O jornalismo online, em todas as suas modalidades, mantém uma relação estrutural com outras disciplinas como multimídia, tratamento de imagens, áudio digital, narrativas online, vídeo, webdesign, técnicas de animação e realidade virtual. O jornalismo online pode ser visto como um resultado da convergência de todas estas disciplinas em ambiente virtual.

VI – COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
A disciplina de jornalismo online procurará explorar a diversidade de experiências e habilidades dos alunos visando integrá-las no desenvolvimento de projetos informativos multimídia. O ênfase principal será dado a capacidade de desenvolver narrativas jornalísticas em texto, áudio, vídeo e na capacidade de criar comunidades informativas através da interatividade com o público, que na internet passou a ser um protagonista tão importante no processo informativo quanto o jornalista profissional. A discplina procurará também desenvolver nos alunos a capacidade de produzir coletivamente conteúdos informativos através do sistema wiki.

VII – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Os alunos serão estimulados a criar weblogs pessoais onde desenvolverão projetos de jornalismo online em áreas de interesse individual. Os weblogs serão o eixo de todas as atividades teórico-práticas na disciplina. O professor identificará competências, habilidades e preferências entre os alunos para ajuda-los a escolher o tema do seu blog individual. Cada aluno usará as ferramentas do jornalismo online no desenvolvimento do seu blog, como produção textual, reportagens, investigação, design, multimídia, interatividade e trabalho coletivo.
AULA SUBSTITUTIVA - Palestra sobre jornalismo cidadão com o autor de um weblog individual para analise da experiência e debate sobre problemas na interatividade com o público.Alternativa – projeção e posterior redação de resenha critico de um vídeo relacionado à questões éticas no jornalismo online.

VIII –ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Abordagens teóricas a partir de reflexões sobre a experiência prática do aluno no desenvolvimento de projetos específicos da disciplina.O professor criará um weblog da disciplina onde serão disponibilizados textos e apresentações em Power Point dos temas tratados em aula.

IX – SISTEMA E CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO
O sistema de avaliação será feito com base em quatro itens:
1)Performance individual no desenvolvimento do weblog pessoal (1/4 da nota afinal);
2)Texto individual de avaliação crítica da participação no projeto de simulação de redação multimídia em ambiente de convergência de meios (1/4 da nota final);
3)Participação em seminários, projetos coletivos e debates em sala de aul (1/4 da nota final)
4)Auto avaliação – os alunos redigirão um texto jornalístico no primeiro e no ultimo dia de aula e farão uma avaliação critica de ambos. (1/4 da nota final a ser atribuída pelo professor com base no texto de cada aluno.

X - BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica: (2 bibliografias com localizador da Biblioteca)
Webwriting: Redação e Informação para a Web – Bruno Rodrigues – Editora Brasport, São Paulo, 2006. (aquisição recomendada)
Jornalismo na Internet – Planejamento e Produção da Informação Online – J.B.Pinho – Editora Summus, São Paulo, 2003.
Bibliografia Complementar:
Jornalismo em tempo real – O Fetiche da Velocidade - Sylvia Moretzsohn, Editora Revan, Rio de Janeiro, 2002.
Journalism Online – Mike Ward – Focal Press, Oxford , MA. (EUA), 2002.Jornalismo Digital – Pollyana Ferrari – Editora Contexto, São Paulo, 2003.

XI – CRONOGRAMA
01/8 - Apresentação do tema e da metodologia de ensino. Levantamento de competências, habilidades e preferências visando a escolha do tema do weblog de cada aluno.Ênfase na cobertura de temas comunitários, ambientais e setoriais.
08/8 - Buscas – Teoria , técnicas, novos sistemas, jogo de buscas, pesquisa sobre jornalismo cidadão (exemplos), leitura crítica.
15/8 - Criação dos blogs – teoria, redação em blogs, apuração jornalística em blogs, áudio(podcast) e video (YouTube) em blogs e análise de modelos – entrevistas online (email, Skype).
22/8 - Criação de blogs - teoria sobre blogs discussão sobre a execução dos blogs, busca de paradigmas, criação de lista de favoritos para consulta.
29/8 - Jornalismo cidadão – o que é, diferenças jornalismo convencional, exemplos de projetos, sites de jornais, portais informação, IG/G1.
05/9 - Reportagem e investigação jornalística em portais e weblogs.
12/9 – Produção textual em weblogs e portais de Jornalismo na Web
9/9 - Avaliação do andamento dos projetos de blog individuais.
26/9 - Produção de áudio e fotografias para jornalismo online.
3/10 – Produção de vídeo e animação para jornalismo online.
10/10 – Jornalismo online em ambiente de convergência de meios de comunicação. 17/10 – Simulação de trabalho em ambiente de convergência.
24/10 - Auto-avaliação dos alunos sobre o conteúdo dos seus weblogs.
31/10 - Seminário com autores de weblogs e estudiosos do jornalismo cidadão. 07/11 – Produção de material para divulgação externa dos weblogs produzidos pelos alunos.
14/11 - Interatividade em weblogs.
22/11 - Seminário com convidados externos sobre portais informativos na Web. 29/11 – Workshop de avaliação da execução do seu projeto de weblog de jornalismo cidadão.
05/12 - Texto final para avaliação de performance. Auto-avaliação.